
A brisa era suave, brisa de uma noite de lua cheia. As minhas emoções estavam ao máximo, o meu corpo desejava-o tanto quanto a minha alma … O desejo era latente e inesperado, ansiava por tudo entregar-me e deixar-me levar.
Foi quando de um momento para o outro a minha respiração disparou, o ritmo do meu coração abrandou e como que em contraste um com o outro, o desejo deu lugar ao prazer e como tantas outras vezes só conseguia sentir cada um dos nossos movimentos intensos e longos, onde até os nossos lábios tinham dificuldade em se juntar, tornando mais e mais forte o momento.
Era tudo tão clandestino que acabava por se tornar mais profundo e vivido.
Os lábios dele roçavam-me pelo pescoço, desciam ate os meus enquanto as suas mãos firmes me acariciavam, mexiam nos nossos corpos unidos ao máximo. Sentia o seu coração a bater junto ao meu, ao mesmo tempo que a minha respiração batia ao compasso de cada acção impensada e única daquele momento tão nosso.
E quanto mais o queria, mais me esquecia de todo o resto… Por momentos fomos só nos ali, não existia ninguém nem nada que pudesse quebrar aquele momento, que pudesse estragar tanto daquilo que mais desejava, e á tanto tempo. A minha mente vagueava entre o sabor da sua boca, a intensidade do seu toque, os batimentos dos nossos corações. A minha pele estava arrepiada e louca com o momento, o êxtase foi tanto, que não havia como evitar.
Gostava de ter a capacidade de fugir e entregar-me tantas vezes quantas me apeteça, sem preocupar com mais nada senão o que estamos a viver, e que viveremos tantas e tantas vezes.
“ - Beijava-te, se isso não me matasse.”
“ - Beija!! Ou não tens coragem de morrer? “
Ana Lourenço, 02-Abril-2011
GOOOOOOSsstooooo!!! =D
ResponderEliminarSão aquelas coisas da vida que só vividas :P
Muy Bem Aninha :P
Kiss*
Tu entendes-me, meu querido *.*
ResponderEliminarBeijinho <3
Nao tens escrito nada :|
ResponderEliminarTenho saudades de te ler querida :D